Saúde

Santos confirma 14° caso de varíola dos macacos

Cidade ainda possui 21 casos suspeitos, pessoas que estão em isolamento domiciliar enquanto o Município aguarda o resultado de exames

Da Reportagem

Publicado em 03/09/2022 às 10:18

Atualizado em 03/09/2022 às 16:27

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As lesões continuam a progredir, geralmente dentro de 12 dias, para uma aparência mais sólida (pápula) / Divulgação/OMS

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A Seção de Vigilância Epidemiológica (Seviep), da Secretaria de Saúde de Santos, registrou na noite desta sexta-feira (2) mais um caso da varíola dos macacos, totalizando 14 casos confirmados na Cidade. Todos os infectados até o momento são homens adultos sem sinais de gravidade da doença. Destes, dez já cumpriram o período de isolamento e estão recuperados.

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Santos ainda possui 21 casos suspeitos, pessoas que estão em isolamento domiciliar enquanto o Município aguarda o resultado de exames enviados ao Instituto Adolfo Lutz, laboratório de referência do Estado.

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Todos os residentes em Santos confirmados ou suspeitos da doença são acompanhados pela Seviep. A pessoa que identificar algum dos sintomas da doença (ver abaixo) deve procurar a policlínica de referência do seu bairro de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h, ou ir a uma das três Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) da Cidade, que funcionam todos os dias (24 horas).

SINTOMAS

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Os primeiros sinais da doença após a infecção costumam ser febre, dor muscular, fadiga, dor de cabeça, fraqueza, dor nas costas e dor nos gânglios (especialmente atrás da orelha e cabeça).

Depois de três dias, surgem erupções na pele a partir do local da infecção primária, que se espalham rapidamente para outras partes do corpo. 

As lesões continuam a progredir, geralmente dentro de 12 dias, para uma aparência mais sólida (pápula). 

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O infectado deixa de contaminar outras pessoas após o desaparecimento das lesões.

PREVENÇÃO

Evitar contato íntimo ou sexual com pessoas que tenham lesões na pele;

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Evitar beijar, abraçar ou fazer sexo com alguém com a doença;

Higienizar as mãos com água e sabão e usar álcool em gel;

Não compartilhar roupas de cama, toalhas, talheres, copos, objetos pessoais ou brinquedos sexuais;

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Usar máscaras, protegendo-se contra gotículas de saliva, entre casos confirmados e contactantes.

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