Cultura

Museu e visita ao cais santista são atrações para conhecer o maior porto da América Latina

Situado na Avenida Rodrigues Alves s/nº, Macuco, o Museu do Porto está instalado em um casarão de estilo vitoriano de 1902.

Da Reportagem

Publicado em 18/12/2023 às 16:40

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Casarão do museu em estilo vitoriano, tem âncora para recepcionar os visitantes / Carlos Nogueira/PMS

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Se Santos é sinônimo de praia, Centro Histórico, café e tantos outros símbolos que se confundem com o turismo da Cidade, o maior Porto da América Latina também é um forte representante da Cidade. Com isso, nada mais justo que também atraia a curiosidade das pessoas que visitam o Município.

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Com o Museu do Porto e visitas técnicas, turistas têm a oportunidade de conhecer a história e os detalhes por dentro da principal porta de entrada e saída de mercadorias do País, responsável por mais de 28% de participação na corrente comercial brasileira movimentando cargas de todos os estados e mais de 200 países.

Situado na Avenida Rodrigues Alves s/nº (esquina com a Rua João Alfredo), Macuco, o Museu do Porto está instalado em um casarão de estilo vitoriano de 1902. Foi inaugurado à visitação em 1989, mas fechado em 2020 em virtude da pandemia de covid-19. Com a reabertura em junho deste ano, voltou a mostrar documentos, peças históricas, biblioteca e equipamentos utilizados na construção dos primeiros metros de cais.

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No casarão, que foi residência dos engenheiros responsáveis pela construção do Porto, há 21 salas onde podem ser conferidas a evolução do cais, obras de Benedicto Calixto, ferramentas de marítima e náutica, informática, entre outros objetos.

RELÍQUIAS

No porão, encontra-se um tetraciclo construído em 1902 - ele andava sobre os trilhos e era utilizado para fiscalizar as obras do porto. Há ainda diversos equipamentos de segurança utilizados pelos trabalhadores como luvas, além de ferramentas e modelagens.

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Algumas das principais atrações estão no jardim, entre elas a locomotiva Lavoura, de 1889, utilizada no transporte dos primeiros blocos de pedra para a construção do cais; a lancha Igara, de 1926, utilizada nas visitas técnicas do porto, e o bico de proa do navio Ais Giorgis, que naufragou em 1974 e ficou no Estuário por 25 anos até ser resgatado. Outras relíquias são o sino, que no século 20 anunciava aos trabalhadores a hora de descanso e o fim do dia de trabalho, e uma bússola de 1892.

Para quem tem interesse nas questões da logística portuária, é possível visitar uma sala onde há uma maquete fiel ao complexo portuário e, inclusive, telas com câmeras viradas para o canal e mapas indicando a localização de navios fundeados aguardando para adentrar no cais.

A entrada no museu é gratuita. Ele funciona de segunda a sábado, das 9h às 17h. Há visitas guiadas a cada 30 minutos.

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VISITAS TÉCNICAS

Quem quiser se aprofundar ainda mais na rotina portuária tem a possibilidade de fazer visitas técnicas (somente para turmas fechadas e cobradas). Com barco ou catamarã, há duas opções via marítima e uma por terra.

Após uma palestra sobre o presente e o futuro do Porto, no passeio de barco percorre-se toda a extensão do canal portuário com explicações sobre embarcações no local, as cargas que entram e saem diariamente e como o cais é organizado (áreas para granéis, contêineres, combustíveis etc.). É o momento mais instagramável do passeio, em que os participantes podem se deparar com o entra-e-sai dos gigantes que movem o comércio mundial, o trabalho intenso das lanchas da Praticagem e rebocadores durante as manobras e até as áreas de mangue preservadas que permeiam a área. 

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