Sindical e Previdência

Metalúrgicos de Osasco e Região pedem 8% e podem parar

A entidade representa cerca de 50 mil trabalhadores em 12 municípios no Estado de São Paulo e a decisão foi tomada em assembleia realizada na sede do sindicato

Pedro Henrique Fonseca

Publicado em 07/11/2014 às 20:33

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O Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco e Região aprovou nesta sexta-feira, 7, uma proposta para negociar com os grupos patronais um reajuste salarial de 8% e deu um ultimato para receber alguma contraproposta até segunda-feira. A entidade representa cerca de 50 mil trabalhadores em 12 municípios no Estado de São Paulo e a decisão foi tomada em assembleia realizada na sede do sindicato.

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Até o momento, a proposta que há na mesa de negociações é de um reajuste pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que no acumulado de 12 meses ficou em 6,34% no fim de outubro. A data-base para o dissídio da categoria é 1º de novembro.

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Caso não haja uma nova proposta na segunda-feira, a entidade promete avisar as empresas sobre greve já a partir de terça-feira. A paralisação somente começará, de fato, três dias depois de as empresas receberem essa comunicação, o que ainda deixa em aberto uma possibilidade de negociação para evitar a greve.

O maior sindicato dos metalúrgicos no Estado de São Paulo, o de São Paulo e Mogi das Cruzes, havia votado a favor da greve no fim da semana passada, mas a paralisação ainda não aconteceu. A lei prevê que as entidades sindicais que prestem serviços ou atividades essenciais comuniquem a greve com antecedência de 72 horas. Nesse meio tempo, as negociações da categoria em São Paulo e Mogi das Cruzes continuaram e os grupos patronais pediram um prazo adicional até segunda-feira para apresentarem uma contraproposta. O sindicato, que representa cerca de 260 mil trabalhadores, aceitou o pedido e adiou a paralisação.

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