Escola de Praia Grande foi alvo de ameaças feitas pela internet entre terça e quarta-feira / Reprodução
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Um menor de idade que ameaçava realizar um massacre uma escola de Praia Grande foi identificado e apreendido pela polícia nesta quarta-feira (5).
As postagens feitas em uma rede social começaram a chegar ao conhecimento de autoridades, estudantes e servidores entre a noite desta terça (4) e a madrugada desta quarta-feira (5). Em textos e fotos publicados por uma conta no Instagram, o usuário afirmava que o alvo seria uma escola localizada na Rua Manoel Alves, na Vila Tupi, em Praia Grande.
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“Atenção você que é da Escola Estadual Magali Alonso, de Praia Grande, não vá pra escola amanhã. Vai ter massacre. Se eu fosse você, eu não ia”, afirma a mensagem, que prossegue.
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“Alunos otários vão pagar com a vida”.
Em seguida, uma foto de uma pistola é postada com a legenda ‘tá até destravada’.
As imagens rapidamente começaram a circular pela internet.
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Em algumas postagens, pais e responsáveis destacavam que, em Guarujá, como reportado pelo Diário do Litoral na última terça-feira (4), equipes da Polícia Militar, Civil e Guarda Civil Municipal, foram mobilizadas e apreenderam alguns alunos menores de idade por suspeita de terem sido os autores de postagens que prometiam massacres em escolas municipais e estaduais da Cidade.
Em um dos casos, agentes apreenderam até mesmo uma faca com um dos estudantes.
Em comunicado divulgado também no Instagram a prefeita Raquel Chini (PSDB) anunciou que as autoridades já haviam sido acionadas e que o menor foi apreendido.
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“Desde ontem à noite recebemos notícias de que teríamos um massacre na cidade em uma escola estadual e imediatamente nós passamos para a nossa Guarda Municipal, para nosso Centro de
Monitoramento e para as polícias Militar e Civil. Hoje graças ao nosso serviço de inteligência, o menor foi identificado e já está apreendido. É Praia Grande cuidando da sua população e de suas crianças. e fazendo a prevenção”.
A Secretaria de Educação do Estado de São Paulo afirmou que, assim que soube da ameaça, tomou providências imediatas para tranquilizar a comunidade escolar, garantindo a segurança de alunos, professores e funcionários sem interromper aulas.
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“As autoridades de segurança pública foram comunicadas. Dirigentes de ensino e autoridades policiais atuam em todas as regiões do estado para conscientizar comunidades escolares e identificar qualquer tipo de ameaça. A Seduc ressalta que as escolas da rede estadual estão atentas aos comportamentos dos estudantes, atuando com a escuta ativa e mediação, buscando solucionar os conflitos identificados. Periodicamente, a equipe CONVIVA SP - Programa de Melhoria da Convivência e Proteção Escolar – promove encontros formativos junto aos COE (Coordenador de Organização Escolar) cujas pautas são voltadas à promoção da cultura da paz, à valorização da vida e à mediação de conflitos”, afirmou a nota.