Operação da Polícia Civil com a CPFL / Divulgação/Polícia Civil
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Uma operação da CPFL Piratininga, em parceria com a Polícia Civil, nesta quinta-feira, 5, desfez quatro ligações irregulares de energia em um ponto comercial em Santos, no litoral paulista. O responsável pelo estabelecimento foi conduzido à Delegacia, onde foi registrado Boletim de Ocorrência a partir da confirmação da prática do furto de energia.
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Por meio de denúncia, foi identificada a possibilidade de irregularidades em quatro medidores de energia – um pertencente à companhia e outros três de outras distribuidoras --, que eram utilizados de maneira fictícia, além de quatro ramais irregulares que foram retirados da instalação. Nestes casos, as inspeções em campo buscam confirmar se de fato há alguma adulteração na ligação de energia, no próprio medidor ou mesmo com eventual ligação direta na rede da companhia.
Os cálculos sobre a quantidade de energia desviada e os respectivos valores serão feitos pela companhia. As investigações sobre os envolvidos e a prática criminosa em si ficarão a cargo das autoridades policiais.
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Essas operações de inspeção têm como objetivo coibir a prática ilegal de fraude e furto de energia, que causa o encarecimento das tarifas para todos os clientes da distribuidora, piora a qualidade do fornecimento de energia e coloca em risco a vida da população. A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) distribui parte dos prejuízos causados pelas "perdas comerciais", como são denominadas as fraudes e furtos de energia, no momento das revisões tarifárias.
Vale lembrar que as fraudes e furtos de energia são crimes previstos no Código Penal, e a pena pode variar de um a quatro anos de detenção. Também são cobrados dos fraudadores os valores das tarifas referentes a todo o período em que ocorreu o roubo, acrescidos de multa.
Outra consequência negativa é a piora na qualidade do serviço prestado. As ligações clandestinas sobrecarregam as redes elétricas, deixando o sistema de distribuição mais suscetível às interrupções no fornecimento. Consumidores que cometem o crime também estão colocando em risco as suas vidas e da população. Pessoas não habilitadas que tentam manipular o medidor de energia ou realizar ligação direta na rede podem causar acidentes graves, até mesmo fatais.
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"É de extrema importância que a população nos ajude denunciando essa prática criminosa que, além de perigosa, causa problemas como instabilidade ao sistema elétrico, podendo levar a desligamentos de equipamentos, como transformadores", comenta Fabio Carrasco Baptista, gerente de recuperação de energia da CPFL Piratininga.
Clientes da CPFL Piratininga podem contribuir de forma sigilosa, para o combate às irregularidades por meio dos canais disponibilizados pela concessionária. Denúncias podem ser realizadas pelo aplicativo "CPFL Energia", disponível para todas as plataformas de dispositivos móveis, pelo site www.cpfl.com.br/fraude, ou pelo e-mail [email protected].