Jair Dei Agnoli era casado com a vítima havia 37 anos / Reprodução
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Quatro dias após assassinar a própria mulher e decapitá-la, em Itanhaém, o aposentado Jair Dei Agnoli, de 61 anos, compareceu a uma delegacia na Cidade para comunicar que ela havia desaparecido, se contradisse no depoimento e acabou admitindo o homicídio e a ocultação do cadáver.
O corpo de Maria das Dores Ferreira Dei Agnoli, de 62 anos, foi encontrado por policiais militares, no último sábado, em um matagal. Além da decapitação, as pontas dos dedos da idosa foram retiradas no crime.
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Em sua versão, apresentada à Polícia Civil ontem, Jair disse que teve uma briga com Maria na véspera de Réveillon, por volta das 23 horas, e foi ameaçado com uma faca. Ele afirmou que empurrou a companheira e ela bateu a cabeça no chão, morrendo em decorrência de um ferimento no crânio.
Para dificultar a identificação do corpo, Jair diz que decidiu decapitar a mulher e retirar as pontas dos dedos.
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Jair e Maria estavam casados havia 37 anos.
Policiais civis foram com o acusado à residência onde morava o casal, na Rua Macapá, no Jardim Corumbá, onde ele apresentou detalhes do homicídio.
Após ser indiciado, Jair foi encaminhado à cadeia de Peruíbe, onde aguardará por transferência para um centro de detenção provisória.
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