Nacional

Por unanimidade, Bolsonaro e mais 7 viram réus por tentativa de golpe de Estado

Agora, os acusados vão responder a um processo penal - que pode levar a condenações com penas de prisão

Da Reportagem

Publicado em 26/03/2025 às 13:09

Atualizado em 26/03/2025 às 15:56

Compartilhe:

Compartilhe no WhatsApp Compartilhe no Facebook Compartilhe no Twitter Compartilhe por E-mail

O ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete aliados viraram réus por tentativa de golpe de Estado em 2022 / Antonio Cruz/Agência Brasil

Continua depois da publicidade

O ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete aliados viraram réus por tentativa de golpe de Estado em 2022. A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria nesta quarta-feira (26) e aceitou a denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR).

Faça parte do grupo do Diário no WhatsApp e Telegram.
Mantenha-se bem informado.

Os ministros Alexandre de Moraes (relator), Flávio Dino, Luiz Fux e Cármen Lúcia, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia votaram. Agora, os acusados vão responder a um processo penal — que pode levar a condenações com penas de prisão.

Continua depois da publicidade

Leia Também

• STF inicia hoje julgamento de Bolsonaro por tentativa de golpe

• Gonet já finaliza denúncia contra Bolsonaro; crimes podem chegar a 28 anos

• Bolsonaro se diz 'constrangido' por não ir à posse de Trump

Quem são os denunciados que devem se tornar réus:

- Jair Bolsonaro, ex-presidente da República;
- Alexandre Ramagem, ex-diretor da Abin;
- Almir Garnier, ex-comandante da Marinha;
- Anderson Torres, ex-ministro da Justiça;
- Augusto Heleno, ex-ministro do GSI;
- Mauro Cid, ex-ajudante de ordens da Presidência;
- Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministro da Defesa;
- Braga Netto, ex-ministro da Casa Civil de Bolsonaro.

O que diz a denúncia

Apresentada pela PGR em fevereiro, a denúncia foi baseada em investigações da Polícia Federal. 

Continua depois da publicidade

De acordo com a acusação, Bolsonaro era líder de uma organização criminosa que, entre julho de 2021 e janeiro de 2023, promoveu atos voltados à derrubada da democracia. 

Os envolvidos teriam atuado com divisão de tarefas, produzindo e disseminando desinformação, pressionando as Forças Armadas e instigando a invasão de prédios públicos.

 

Continua depois da publicidade

Mais Sugestões

Conteúdos Recomendados

©2025 Diário do Litoral. Todos os Direitos Reservados.

Software