Com sete piscinas, um parque, toboáguas, shoppings, uma pista de patinação no gelo e "mais lugares do que qualquer outro navio" / Reprodução/Youtube/Trev and Chels
Continua depois da publicidade
O futuro maior cruzeiro do mundo, Icon of the Seas ("Ícone dos Mares"), já recebe seus retoques finais no estaleiro finlandês Meyer Turku antes de sua viagem inaugural em janeiro de 2024.
Cinco vezes maior do que o Titanic, o navio da Royal Caribbean terá 20 deques e capacidade para quase 10 mil pessoas — 7.600 passageiros e mais 2.350 tripulantes.
Continua depois da publicidade
Uma particularidade do novo navio, cuja construção começou em 2021, é sua gigantesca cúpula de vidro que cobre a proa.
Com sete piscinas, um parque, toboáguas, shoppings, uma pista de patinação no gelo e "mais lugares do que qualquer outro navio", o Icon of the Seas também oferecerá mais lugares para passageiros gastarem dinheiro a bordo.
Continua depois da publicidade
Este não é o único benefício óbvio para as empresas, explicou à AFP Alexis Papathanassis, professor de gestão de cruzeiros na Universidade de Ciências Aplicadas em Bremerhaven, na Alemanha. O custo por passageiro também diminui nos meganavios.
Não à toa, "os navios de cruzeiro ficaram maiores na última década", observa. E a tendência deve se manter nos próximos anos, ainda que em ritmo mais lento devido ao contexto econômico.
"Quanto maiores os navios, maiores são os custos de investimento e o conhecimento tecnológico necessário. E o conhecimento tecnológico não é barato", pontua.
Continua depois da publicidade