Polícia

Testemunhas alegam que marido da diarista morta em Guarujá era muito agressivo

Foragido, o homem é o principal suspeito pelo assassinato; familiares alegam que ele chegou a confessar o crime

DA REPORTAGEM

Publicado em 05/01/2022 às 14:00

Atualizado em 05/01/2022 às 14:16

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Sônia Maria dos Santos Pereira teve seu corpo enterrado no quintal da própria casa, no Pae Cara / Reprodução/ Facebook

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A diarista Sônia Pereira, de 53 anos, foi encontrada enterrada no piso da própria casa, em Guarujá. Ela havia desaparecido em 24 de dezembro, depois de ter discutido com o marido, Pedro Pereira. O corpo foi encontrado na quarta-feira, 29 de dezembro. Desde a briga o homem não foi mais visto, porém, testemunhas alegam que o homem teria confessado o crime. Ainda de acordo com pessoas próximas a ela, Pedro era muito agressivo, mas a vítima acreditava que haveria alguma mudança por parte dele.

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Sônia Maria Pereira morava no bairro Pae Cará, em Guarujá, com o marido. Após uma discussão na véspera de Natal, Sônia pegou uma bolsa com documentos e outros pertences pessoais para ir embora de casa. A família desconfiou quando a diarista ficou cinco dias sem dar notícias.

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Os familiares divulgaram o desaparecimento de Sônia na redes sociais, e registraram um boletim de ocorrência.

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A polícia encontrou o corpo de Sônia enterrado no quintal após buscas na casa. No local, havia uma área recém-concretada que chamou a atenção dos agentes, que cavaram o local.

Devido ao avançado estado de decomposição em que o corpo foi encontrado, ainda não é possível definir a causa da morte de Sônia. Apenas o laudo necroscópico poderá trazer uma conclusão.

O caso foi registrado no 1º DP de Guarujá. O marido continua foragido. 

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