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Enderson volta a defender Leandro Damião e nega “cadeira cativa”

Com apenas três gols no Campeonato Brasileiro, o camisa 9 mais uma vez passou em branco e acabou substituído no segundo tempo

Publicado em 26/09/2014 às 11:06

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Após mais uma derrota fora de casa, desta vez, para o Atlético-MG, em Belo Horizonte, por 3 a 2, Enderson Moreira voltou a ser questionado sobre a opção por manter Leandro Damião entre os titulares. Com apenas três gols no Campeonato Brasileiro, o camisa 9 mais uma vez passou em branco e acabou substituído no segundo tempo. E foi justamente após as entradas dos jovens Geuvânio e Gabriel que o time santista melhorou, marcou dois gols e por pouco não chegou ao empate. Porém, para o técnico do Peixe, a equipe já estava bem no jogo mesmo antes das mudanças.

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“Qualquer jogador pode ir para o banco de reservas. Eu discordo de você (repórter). O time que criou e poderia ter aberto o placar até os primeiros 30 minutos era a nossa equipe. Após isso, depois de 2 a 0, o Atlético ganhou mais confiança e a nossa equipe se abateu um pouco”, disse Enderson, negando que Damião seja escalado pelo alto investimento feito no jogador no início do ano (foi contratado por R$ 42 milhões junto ao Internacional, maior transferência da história entre clubes brasileiros). “Ninguém aqui está com cadeira cativa no time. Eu estou chegando, faz um mês que estou buscando o máximo, mas qualquer jogador pode ir para o banco, não depende de investimento. Eu penso no melhor para a equipe”, garantiu.

'Qualquer jogador pode ir para o banco, não depende de investimento. Eu penso no melhor', disse Enderson (Foto: Divulgação/Santos FC)

Leandro Damião chegou a ter boas oportunidades de deixar sua marca na derrota desta quinta-feira para o Galo, mas acabou desperdiçando uma grande chance de cabeça e viu Victor evitar o que seria um golaço de meia bicicleta, tudo ainda no primeiro tempo. Os lances serviram para Enderson Moreira defender seu centroavante das críticas.

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“Criamos uma quatro boas oportunidades, bola na trave com Damião, uma com o Cicinho que ele poderia aproveitar melhor, outra de cabeça com o Damião também. A gente criou, mas não conseguiu transformar isso em gol e evidente que acaba pesando muito no resultado final”, explicou, evitando concordar com a tese de que seu time tenha melhorado apenas após a entrada de Geuvânio, Gabriel e Victor Ferraz. “Como eu falei, não foi só quando os meninos entraram que nosso time modificou”, concluiu.

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