Em julho de 2024, apenas 13,17% dos pagamentos foram realizados em dinheiro / Divulgação/Rachid Waqued/CCR
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Desde setembro de 2024, algumas rodovias paulistas começaram a operar pedágios com cabines automáticas para pagamento (ATMs), que aceitam exclusivamente cartões de crédito e débito por aproximação (NFC).
Essa mudança é uma das iniciativas de modernização das praças de pedágio, com o objetivo de agilizar o processo de pagamento e reduzir custos operacionais.
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A medida vem acompanhada de uma tendência crescente de pagamentos eletrônicos em diversos pontos do Brasil, refletindo a evolução dos métodos de cobrança nas rodovias.
Além das cabines automáticas, algumas estradas no estado de São Paulo já implantaram o sistema free flow, que possibilita o pagamento automático através de tag ou até mesmo o acerto posterior via site da concessionária.
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Esse modelo, que dispensa a parada dos veículos nos pedágios, tem se tornado cada vez mais comum, principalmente nas vias de maior fluxo.
Segundo a CCR, concessionária responsável por várias rodovias, os meios eletrônicos de pagamento já representam 85% do total de transações em 2024, um aumento significativo em relação a 2020, quando esse percentual era de apenas 56,3%.
Os dados da CCR também revelam uma queda expressiva no uso do dinheiro nos pedágios. Em julho de 2024, apenas 13,17% dos pagamentos foram realizados em dinheiro, demonstrando que os motoristas têm se adaptado rapidamente às novas formas de pagamento.
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Com o crescimento dessa tendência, a concessionária tem estabelecido como meta a eliminação do pagamento em dinheiro em 2026 em todas as praças de pedágio das 11 rodovias que administra, incluindo a Anhanguera-Bandeirantes, Raposo Tavares (SP-270) e Castello-Branco (SP-280), localizadas no estado de São Paulo.