Entenda sobre os tipos de radares de velocidade / Reprodução/AXA
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Saber respeitar os limites de velocidade é um dos requisitos para classificar um bom motorista. Mas nem sempre é possível cumprir todas as regras, principalmente se é preciso dar uma freada rápida ao se aproximar de um radar de trânsito.
Mas será que a manobra realmente ajuda na hora de evitar multas? Para entender a eficácia da “freadinha”, é fundamental conhecer os tipos de radares e como eles operam. Existem três tipos principais, cada um com um sistema de medição diferente.
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Conhecidos como radares de poste ou “pardais”, os radares fixos utilizam linhas marcadas no chão para calcular a velocidade com base na distância entre as linhas e no tempo registrado. Por exemplo, se o tempo que um carro leva para passar por essas linhas for menor do que o programado no aparelho, uma foto é tirada.
Quando os equipamentos fotografam a placa traseira, a “freadinha” pode funcionar já que as linhas de aferição estão posicionadas mais à frente. Agora, nos dispositivos que registram a placa da frente, as linhas estão localizadas antes. Desta forma, a necessidade de antecipação é maior, tornando a “freadinha” menos confiável.
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Estes funcionam de uma forma semelhante aos fixos, com uma “faixa” invisível que detecta a velocidade à medida que o veículo passa. Se o motorista frear a tempo, há uma chance de evitar a detecção acima do limite de velocidade, mas isso depende da rapidez da reação.
Estes lançam uma onda que retorna ao aparelho, calculando a velocidade instantaneamente. Neste caso, a “freadinha” também depende de variáveis para funcional. O fator crucial dos radares de pistola é o momento em que o agente de trânsito dispara o equipamento, pois ele pode registrar veículos a até um quilômetro de distância.