Cotidiano

Prefeitura de Guarujá cobra explicações e Sabesp reforça abastecimento

Para encarar o problema, a gestão municipal elaborou um Gabinete de Crise

Da Reportagem

Publicado em 03/04/2025 às 07:45

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Estimativas da Sabesp apontam que cerca de 20 mil pessoas foram afetadas pelo desabastecimento de água / Pexels

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Na tarde desta quarta-feira (2), a Sabesp, empresa responsável pelo abastecimento de água em Guarujá, reforçou a utilização de caminhões-pipa para abastecer emergencialmente escolas, unidades de saúde e residências do Distrito de Vicente de Carvalho que possuem caixas d’água. 

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A medida foi uma das primeiras reivindicadas pelo Gabinete de Crise criado pelo prefeito Farid Madi, por intermédio do Decreto Municipal nº 16.736,editado na terça-feira (1).

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O prefeito esteve pessoalmente no reforço da operação de emergência deflagrada pela Sabesp, por volta das 16 horas. O trabalho, que havia começado já no final de semana, foi suplementado, passando a contar com 16 caminhões-pipa.

A operação receberá novo reforço, com 10 novos veículos, nesta quinta-feira (3), totalizando 26 caminhões-pipa.

Estimativas da Sabesp apontam que cerca de 20 mil pessoas foram afetadas pelo desabastecimento de água, que começou a dar os primeiros sinais já na última sexta-feira (28).

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Em razão disso, Farid decretou a criação do Gabinete de Crise composto por integrantes da Administração Municipal para avaliar quais medidas seriam tomadas para garantir o abastecimento da cidade, ao mesmo tempo em que solicitou reunião de emergência para mitigar o problema e garantir água nas torneiras da população.

“Seguiremos fazendo todos os esforços possíveis para garantir o abastecimento e, depois, buscar uma solução definitiva, que garanta a segurança hídrica que Guarujá busca há tanto tempo. Vou continuar monitorando a situação pessoalmente”, garante o prefeito de Guarujá, Farid Madi.

Entre as atribuições do Gabinete de Gestão de Crise, além de fiscalizar o contrato 1/2024 entre a URAE 1 (Unidade Regional de Abastecimento de Água e Esgoto), da qual a Prefeitura de Guarujá faz parte, está a de buscar a solução definitiva do problema, que já dura décadas.

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