Cotidiano

Praias escondidas e ilha podem virar áreas protegidas no litoral de SP; entenda

Prefeitura afirma que segue trabalhando e já realizou oficinas e audiências públicas, e segue avaliando sugestões da sociedade civil

Da Reportagem

Publicado em 22/08/2024 às 10:30

Atualizado em 22/08/2024 às 10:30

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Praia do Sangava, em Guarujá, é uma das que pode virar Área de Proteção Ambiental / Divulgação/Prefeitura de Guarujá

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A possibilidade de criação da terceira Área de Proteção Ambiental (APA) está sendo estudada em Guarujá, no litoral de São Paulo. Na prática, o projeto vai abranger a região sudoeste, conhecida por preservar grande área de Mata Atlântica e bairros como Guaiúba e Santa Cruz dos Navegantes - tradicionais pela prática da pesca - além das praias das Astúrias, do Tombo, do Góes e Sangava.

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Se a APA for aprovada, Guarujá terá 62% do território protegido. Entretanto, ainda não há uma uma previsão de quando a proposta será implementada, caso seja aprovada.

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Procurada pelo Diário, a Prefeitura afirma que segue trabalhando na criação da terceira Área de Proteção Ambiental (APA) da região Sudoeste, também popularmente conhecida como 'Cabeça do Dragão'.

A Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Segurança Climática (Semam), responsável pela condução da proposta, já realizou oficinas, audiências públicas e continua avaliando sugestões da sociedade civil e de outros segmentos.

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Moradores do Guaiúba, Santa Cruz dos Navegantes e da Praia do Góes já deram parecer favorável à iniciativa.

Áreas protegidas

Atualmente, Guarujá conta com outras duas Áreas de Preservação Ambiental: a APA Serra do Guararu, localizada na região chamada do Rabo do Dragão e decretada em 2012; e a APA Serra Santo Amaro, em 2021, onde fica a Asa do Dragão - os nomes têm origem na semelhança do perímetro da cidade com um dragão. Veja abaixo:

A cidade de Guarujá viralizou nas redes sociais após a conta oficial do Google Maps postar uma comparação do formato da Pérola do Atlêntico com um dragãoO 'Rabo do Dragão' já foi destaque até no Google / Foto: Reprodução

Um dos autores do estudo e diretor presidente do ISSA, o pesquisador João Leonardo Mele esteve envolvido na instituição das duas APAs do Guarujá já delimitadas.

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“A única área significativa que ainda não tem um regime diferenciado de gestão é a Cabeça do Dragão (região sudoeste), que tem valores ambientais, históricos, culturais, militares importantes”, afirmou Mele, ao Estadão.

“A Cabeça do Dragão tem atributos ambientais de alta relevância, com vegetação de Mata Atlântica e vegetação de restinga e de mangue, que são ecossistemas associados à Mata Atlântica, muito ricos em termos de fauna e flora”, disse.

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