Cotidiano

Maior ponte de SP avança para duplicação; obra deve ser entregue em 2026

O investimento na obra é de R$ 350 milhões e a construção segue em ritmo acelerado

Fábio Rocha

Publicado em 15/02/2025 às 14:18

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A expectativa é que a nova estrutura seja entregue no segundo semestre de 2026 / Reprodução

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As obras da maior ponte do estado de São Paulo sobre o Rio Tietê estão avançando rapidamente. A duplicação da Ponte Engenheiro Gilberto Paim-Pamplona, com 2,4 km de extensão, é um projeto de grande envergadura que promete melhorar o tráfego na rodovia SP-333, que liga os municípios de Pongaí e Novo Horizonte. 

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A expectativa é que a nova estrutura seja entregue no segundo semestre de 2026, beneficiando a mobilidade e a segurança dos motoristas que utilizam esse importante corredor logístico.

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O investimento na obra é de R$ 350 milhões e a construção segue em ritmo acelerado desde o início dos trabalhos, em agosto de 2024. Inclusive, essa obra deve gerar mais de mil empregos.

A execução está na fase crucial de instalação dos tubos-camisas, que funcionam como pilares de sustentação da ponte. Esses tubos, que chegam a 30 metros de altura, são implantados no leito do Rio Tietê e fixados ao solo, proporcionando a base para as futuras vigas e lajes que comporão a estrutura duplicada.

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Ao todo, 124 tubos-camisas serão instalados ao longo da ponte para garantir a estabilidade necessária para a duplicação. Este trabalho demanda uma precisão técnica considerável, dado o tamanho e a complexidade do projeto. 

A próxima etapa da obra envolverá a colocação das vigas longarinas e das lajes de concreto, que começarão a dar forma à nova estrutura da ponte, já com a capacidade ampliada para suportar o tráfego crescente na região.

Embora os avanços sejam visíveis, a obra enfrenta desafios significativos. A construção exige uma série de aprovações ambientais e hidroviárias, já que a estrutura atravessa o Rio Tietê, o que demanda um cuidado especial com o impacto ecológico e as questões de navegação no rio. 

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A duplicação da ponte faz parte de um contrato de concessão firmado pelo governo do estado de São Paulo, que foi assinado em 2017. 

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