Cotidiano
O presidente ainda ratificou que a Baixada Santista receberá R$ 25,1 bilhões em investimentos por intermédio do PAC
Lula (PT) e Tarcísio de Freitas (Republicanos) bateram juntos o martelo nesta quinta-feira (27) / Maurício de Souza/DL
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Eram 13 horas e 03 minutos quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) bateram juntos, o martelo e assinaram, nas dependências do Parque Valongo, no centro de Santos, o edital do leilão que escolherá, futuramente, a empresa que realizará as obras de construção do túnel submerso entre Santos e Guarujá.
O presidente ainda ratificou que a Baixada Santista receberá R$ 25,1 bilhões em investimentos por intermédio do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que envolverão deste a modernização da Refinaria Presidente Bernardes até melhorias no Porto de Santos.
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Conforme confirmado, em primeiro de agosto, o leilão será lançado na Bolsa de Valores e, a partir daí, será realizada a assinatura de contrato e início de obras, que deverão levar seis anos (dois anos somente de preparação) até a fita inaugural.
O ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), revelou que o presidente Lula solicitou um levantamento para que toda a população que mora em palafitas, no Dique da Vila Gilda, a maior favela de palafitas do Brasil, seja retirada do local.
Os políticos sobrevoaram a cidade de Santos na manhã desta quinta-feira (27), quando Lula chegou a Santos.
Buscando atender a uma demanda histórica da população da Baixada Santista, reduzindo significantemente o tempo de deslocamento entre Santos e Guarujá, as obras devem gerar cerca de 9 mil empregos diretos e indiretos.
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Com 870 metros submersos, o túnel terá uma extensão de 1,5 km, com três faixas de rolamento em cada sentido, incluindo uma exclusiva para o Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT), além de uma passagem dedicada para pedestres e ciclistas.