Cotidiano

Estudo coloca 2ª cidade mais antiga do Brasil em risco de surto de dengue

Município apresenta um índice de 4,2% de infestação pelo mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya

Luna Almeida

Publicado em 17/03/2025 às 10:37

Atualizado em 17/03/2025 às 14:19

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O número coloca Itanhaém, a segunda cidade mais antiga do Brasil, na faixa de risco de surto dessas doenças / Agência Brasil

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A cidade de Itanhaém está em estado de atenção máxima após o resultado da Avaliação de Densidade Larvária (ADL), realizada em fevereiro pelos agentes de Combate a Endemias. O levantamento apontou que o município apresenta um índice de 4,2% de infestação pelo mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya. 

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O número coloca Itanhaém, a segunda cidade mais antiga do Brasil, na faixa de risco de surto dessas doenças, segundo a classificação do Ministério da Saúde.

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O estudo é realizado por amostragem, com sorteio eletrônico das quadras pelo sistema SisaWeb. Os agentes inspecionaram residências sorteadas em diversas regiões da cidade para identificar focos do mosquito. 

Os índices são classificados em três níveis: satisfatório (até 1%), alerta (de 1% até 3,9%) e risco (acima de 3,9%). Com o resultado acima de 4%, Itanhaém ultrapassou o limite de segurança.

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Maior infestação

A região com o maior índice de infestação foi a chamada área 1, que engloba bairros tradicionais como Ivoty, Centro, Satélite, Suarão e Marrocos (lado praia), com 5,43%. 

Já a área 2, que inclui Cidade Anchieta, Laranjeiras, Oásis, Tropical, Nossa Senhora do Sion, Aguapeú, Suarão e Vila Loty (lado morro), teve índice de 5,23%.

Na área 3, composta por bairros como Praia do Sonho, Belas Artes, Guapiranga, Cibratel, Cibratel II, Coronel e Chácara Cibratel, o resultado foi de 3,85%.

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Área com menor risco ainda preocupa

Mesmo na área com menor índice, a situação exige atenção. A área 4, que abrange bairros como Cibratel, Tupy, Bopiranga, Jamaica e Gaivota (lado praia), além de Anchieta, São Fernando, Regina, Luizamar, Rio Preto e Marambá (lado morro), apresentou um índice de 2,02%. 

Embora menor que as demais regiões, o número ainda é considerado de alerta, segundo os parâmetros oficiais.

A Avaliação de Densidade Larvária foi realizada ao longo de até 30 dias, período necessário para mapear as áreas mais afetadas e planejar ações de combate.

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